Alto Paraíso no Censo agropecuário 2017


Nesta quarta-feira,(22), técnicos do IBGE e agente recenseadores, estiveram reunidos no escritório do Emater de Alto Paraíso, apresentando o primeiro balanço do andamento do censo agropecuário 2017 no município. De acordo com os coordenadores dasub áreas do censo, técnicos Wilson Barbosa e coordenador Sebastião Aparecido Azevedo, Alto Paraíso apresentava no último censo 412 estabelecimento rurais, destes, 183 estabelecimentos já foram recenseados, o que na avaliação dos técnicos, está dentro da meta desejável. Tomando como base as informações do censo de 2006 / 2007, os dados deverão apontar para uma maior concentração na posse das terras e também uma diminuição muito forte na representação da agricultura familiar no município. 

Estima-se que dos 412 estabelecimentos rurais cadastrados no último censo do município, este número hoje, representepouco mais que 300 estabelecimentos.De acordo com as agentes censetariasGracieli Santos e Luana de Matos Rodrigues, os trabalhos no município de Alto Paraíso só não avançaram mais, em função da dificuldade de se localizar as propriedades rurais e seu domínio de posse, pois poucas delas apresentam uma placa de identificação, daí a razão de buscarem apoio junto a órgãos como Emater e secretaria municipal de agricultura, tidos como essenciais para dirimir dúvidas, com informações que ajudem a desenvolver ações de logística para visitas..

“Há uma expectativa grande das autoridades do município, com os resultados do censo local”, afirmou Santo Martins de Melo, secretário municipal da agricultura. Para ele, asreuniões com técnicos e os agentes do IBGE, permitem a administração municipal perceber que tipo de ajuda pode ser oferecida para o andamento dos trabalhos. Segundo Santo, a atual administração tem trabalhado forte na manutenção de estradas rurais, cujo os acessos as propriedades, tem sido assegurado mesmo nestes períodos críticos de muita chuva, fator que tem garantido as visitas dos agentes, as propriedades, sem maiores dificuldades. 

A reunião contou ainda com as presenças do engenheiro agrônomo Alexandre Misse, da secretaria municipal da agricultura e dos técnicos do EmaterBruno Colombo e José Cosme. Para os técnicos, os agentes tem em ambos os órgãos, suficiênte material de apoio, além de poderem contar com o conhecimento local que reúnem esses técnicos.

De acordo com o IBGE, a coleta de dados será feita nos 5.570 municípios do Brasil até fevereiro de 2018. Somente no Paraná serão 1350 recenseadores, para a cobertura de cerca de 372 mil empreendimentos agropecuários. Os resultados devem começar a ser divulgados pelo IBGE em meados de 2018.

Os questionários a serem respondidos pelos produtores rurais trazem perguntas a respeito da área do estabelecimento, número de pessoas ocupadas, utilização de maquinário, emprego de irrigação e uso de agrotóxicos, dentre outros temas.

O Censo Agro é importante porque propicia um conhecimento mais detalhado sobre o setor rural brasileiro. Os resultados subsidiam a formulação e avaliação de políticas públicas, estudos acadêmicos, projetos de instituições de pesquisa e decisões quanto a investimentos públicos e privados.

As informações obtidas junto aos produtores rurais são utilizadas única e exclusivamente para fins estatísticos, jamais sendo passadas para outro órgão do governo ou empresa privada. Quando os resultados são divulgados, a individualidade e a identidade dos informantes são preservadas.

Segurança para famílias visitadas com a Identificação do recenseadores.

Para que não haja dúvidas quanto à identidade dos recenseadores, todos estarão devidamente identificados com colete, boné, crachá e o Dispositivo Móvel de Coleta (DMC) – um smartphone que armazena as informações colhidas no campo e transmite para a rede de computadores do IBGE.

O crachá possui a foto e os dados do pesquisador, bem como um número de telefone e um QRcode para a confirmação das informações junto ao IBGE.

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