Policial salvando criança de acidente com ônibus comove o Paraná


Campo Mourão acordou com uma notícia muito triste nesta terça-feira (03). Um ônibus, que fazia a linha Foz do Iguaçu/Maringá, capotou e deixou sete pessoas mortas, entre elas uma criança de 3 ou 4 anos. Uma cena triste. “Estou no local. Muito triste, parece cena de guerra. Muitos feridos, outros mortos. Muito triste”, relata o repórter do Tasabendo.com, Rafael Sivestrin, em um áudio enviado à redação. Eram 4h da madrugada.

O acidente aconteceu perto das 3h45. Rapidamente o resgate foi acionado. Mas conforme iam chegando as informações, mais ajuda era necessária. Sem pensar, profissionais de diversas áreas se uniram no resgate dos sobreviventes. Policiais militares, civis, federais, socorristas do Corpo de Bombeiros, do Samu, da Viapar, profissionais da imprensa, populares, seguranças, enfim, foram muitos que somaram forças num mesmo propósito: salvar vidas.

Uma cena marcante foi quando o Cabo Lourenço, o mesmo que há poucos dias foi vítima de racismo, abraçou uma criança em prantos e ensanguentada e a carregou ribanceira acima. Solidariedade. Compaixão. Momentos que se eternizam nas imagens feitas pelo repórter Rafael Silvestrin.

"Foi um trabalho que durou mais de 4 horas. Exaustivo. No final, o senso do dever cumprido renova todas as forças, mas deixa gravado na memória as cenas tristes, daqueles que não sobreviveram. Por isso, o trabalho dos socorristas deve ser sempre reverenciado. Nossos parabéns!”, complementou o repórter.

Campo Mourão acordou com uma notícia muito triste nesta terça-feira (03). Um ônibus, que fazia a linha Foz do Iguaçu/Maringá, capotou e deixou sete pessoas mortas, entre elas uma criança de 3 ou 4 anos. Uma cena triste. “Estou no local. Muito triste, parece cena de guerra. Muitos feridos, outros mortos. Muito triste”, relata o repórter do Tasabendo.com, Rafael Sivestrin, em um áudio enviado à redação. Eram 4h da madrugada.

O acidente aconteceu perto das 3h45. Rapidamente o resgate foi acionado. Mas conforme iam chegando as informações, mais ajuda era necessária. Sem pensar, profissionais de diversas áreas se uniram no resgate dos sobreviventes. Policiais militares, civis, federais, socorristas do Corpo de Bombeiros, do Samu, da Viapar, profissionais da imprensa, populares, seguranças, enfim, foram muitos que somaram forças num mesmo propósito: salvar vidas.

Uma cena marcante foi quando o Cabo Lourenço, o mesmo que há poucos dias foi vítima de racismo, abraçou uma criança em prantos e ensanguentada e a carregou ribanceira acima. Solidariedade. Compaixão. Momentos que se eternizam nas imagens feitas pelo repórter Rafael Silvestrin.

"Foi um trabalho que durou mais de 4 horas. Exaustivo. No final, o senso do dever cumprido renova todas as forças, mas deixa gravado na memória as cenas tristes, daqueles que não sobreviveram. Por isso, o trabalho dos socorristas deve ser sempre reverenciado. Nossos parabéns!”, complementou o repórter.

Fonte: Tasabendo

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